Somos unidade consciente !

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quarta-feira, 18 de abril de 2012

Ciêntificamente somos luzes !



Se você examina um neurônio, verá que há muitos tubos ocos rodeando o axión. Estes microtúbulos foram considerados como uma espécie de andaime para apoiar a fibra nervosa.
Mas agora estão recebendo um segundo olhar, como a possível arquitetura de nossa consciência.
As características particulares dos microtúbulos que os fazem aptos para os efeitos quânticos incluem sua:
  • estrutura de celosía parecida ao cristal.
  • núcleo interior oco.
  • organização da função celular.
  • capacidade de processamento da informação.





Segundo os investigadores, seu tamanho parece perfeitamente desenhado para transmitir fótons no espectro UV.
Em seu artigo, Hameroff e Penrose apresenta um modelo que vincula aos microtúbulos com a consciência utilizando a teoria quântica.
Em seu modelo, surge a coerência quântica, e está isolada nos microtúbulos do cérebro até que alcance um umbral relacionado com a gravidade quântica. O resultante auto-colapso cria um instantâneo evento de “agora”. As sequências destes acontecimentos criam um fluido de tempo e consciência. Não se preocupe se você não conseguir entender isto. É uma leitura pesada, mas sim mostra que a existência dos fótons internos – luz interior – é muito real e é a base de práticamente todas as funções celulares e sistêmicas humanas.

 "Esquema da região central do neurônio (axión distal e dendritas não se mostra), mostrando microtúbulos paralelos interconectados por MAP em matriz. Os microtúbulos nos axions são longos e continuos, enquanto que nas dendritas são interrompidos e de polaridade mixta. Os proteínas de enlace conectam os microtúbulos às proteínas de membrana, incluindo os receptores das espinhas dendríticas."



“Tradicionalmente visto os andaimes ‘como ossos’ dos microtúbulos da célula, os microtúbulos-cito  esqueletais e outras estruturas parecem agora preencher os papéis de processamento de comunicação e informação. Os modelos teóricos sugerem como os estados conformacionais das tubulinas dentro das celosías dos microtúbulos podem interactuar com tubulinas vizinhas para representar, difundir e processar a informação como nos sistemas a nível molecular como sistemas de computação ‘celular autômata’. – Hameroff e Watt, 1982; Rasmusseny outros, 1990; Hameroff e outros, 1992.

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